Em uma descoberta que emocionou familiares e fãs, a jaqueta usada pelo vocalista Dinho foi encontrada praticamente intacta dentro do caixão, cerca de 30 anos após a morte dos integrantes da banda Mamonas Assassinas, durante processo de exumação nesta semana no Cemitério Primaveras, na Grande São Paulo.
O achado ocorreu no dia 23 de fevereiro de 2026 e foi divulgado oficialmente nas redes sociais da banda na quarta-feira (25). Segundo Jorge Santana, primo de Dinho e CEO da marca dos Mamonas, a peça parecia “ter sido colocada ontem”, tamanha sua preservação apesar das três décadas enterrada. A família agora avalia restaurar e expor a jaqueta em um memorial em homenagem ao grupo, onde a peça será tratada e emoldurada.
A exumação faz parte de um projeto mais amplo: a criação do Jardim BioParque Memorial Mamonas, no próprio cemitério onde os músicos estavam sepultados. A iniciativa prevê a cremação de parte dos restos mortais dos cinco integrantes e a transformação das cinzas em adubo para o plantio de cinco árvores nativas — uma para cada um — como símbolo de renovação e memória viva da banda que marcou os anos 1990.
O memorial ecológico será aberto ao público sem custo e também permitirá que moradores plantem árvores em memória de entes queridos, unindo homenagem póstuma, afeto e consciência ambiental no mesmo espaço que celebra o legado dos Mamonas Assassinas.
