Apresentador acumulou diversas 'estatuetas' ao longo dos anos em que esteve à frente do Jornal Nacional
William Bonner foi um dos grandes destaques do Troféu Imprensa 2026, exibido neste domingo (26). O jornalista recebeu 33 prêmios acumulados ao longo das edições da premiação, em reconhecimento ao trabalho de 29 anos à frente do comando do Jornal Nacional, principal telejornal do país.
Esta é a primeira vez que a TV Globo libera grandes nomes da emissora para participarem do evento, o que fez com que Bonner saísse com as mãos cheias e como uma das pessoas mais premiadas da noite.
“Agradeço desde já por me encontrar neste palco tão histórico da televisão brasileira. Eu tenho 62 anos, mas o Troféu Imprensa eu acompanho desde criança, acho que todo mundo aqui acompanhou, sabe da importância e da relevância que tem esse prêmio, que é um prêmio generoso, que premia talentos e profissionais de outras emissoras, sempre foi assim”, afirmou.
O jornalista também destacou o trabalho coletivo por trás da produção do Jornal Nacional. “Posso falar em nome de uma equipe que tem um compromisso de sangue com a profissão, com o nosso país e com a nossa democracia também. Essas pessoas devem estar muito orgulhosas de verem o Troféu e o Troféu Internet nessa quantidade diante dos meus olhos”, disse.
Ele reforçou que os prêmios recebidos representam toda a equipe envolvida na produção do telejornal. “Esse prêmio é para todos e eu gostaria de lembrar não apenas os editores da equipe do Jornal Nacional, mas todos os profissionais. Um telejornal como esse é feito por centenas de profissionais em cada canto do país e também fora dele. Então, é para todos eles que esse prêmio tem que ir”, completou.
Troféu Imprensa
O Troféu Imprensa surgiu em 1958, idealizado pelo jornalista Plácido Manaia Nunes (1934–2007). Na época, a escolha dos vencedores era feita em reuniões com profissionais de grandes veículos, no Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, e os resultados eram divulgados apenas nos jornais, sem a entrega de estatuetas.
Em 1970, Plácido transferiu os direitos da premiação ao apresentador Silvio Santos, que reformulou o evento, criou a tradicional estatueta inspirada no Oscar e modernizou o formato da cerimônia.
Itatiaia
